quinta-feira, 24 de julho de 2008

1º Comida di Buteco da Cidade Maravilhosa!!!


É isso mesmo rapaziada!!!

Vem aí o 1º Comida di buteco do Rio de Janeiro!
31 dias, 31 bares e 31 petiscos!
Durante essa e a próxima semana, eu vou divulgando os bares participantes e seus petiscos. E tem muita coisa boa por aí.
Mas atenção, vamos prestar atenção em outros quesitos como: Atendimento, higiene das instalações e banheiros e se a cerveja e o chope são estupidamente gelados, é claro.

Vamos prestigiar!!!

Até!

domingo, 6 de julho de 2008

"Um rolé pelo subúrbio" - Bar O Original do Brás!


Esse em destaque, é um dos melhores botequins da cidade, senão for o melhor. Localizado no coração do subúrbio carioca,

em Brás de Pina. Os sócios Carlos Henrique e Zé Carlos têm como proposta reviver os tradicionais botecos suburbanos aliado a um ambiente familiar e agradável, onde o cliente dispõe de um atendimento amigo e produtos de qualidade.
Bom, eu fui fazer uma visita aos amigos Carlinhos e Zé. Mal chego no Original, o Carlinhos me cumprimenta e grita: "Zé, traz dois copos gelados e uma (Antarctica) Original do cú da foca!!!".
Melhor recepção que essa, impossível. E tem mais, fui dar uma olhada nas cachaças e o Carlinhos já ofereceu:
"já provou da Volúpia envelhecida?". Eu só conhecia essa cachaça de nome, é da Paraíba. Tratei de provar, e realmente é uma cachaça fantástica. Como bom botequeiro que sou, tratei de ir para o balcão bater um papo com o outro sócio, o Zé, gente boníssima.
Entre uma conversa e outra, com as palavras devidamente molhadas com uma Original geladíssima, o Carlinhos chega com um pastel de couve, é isso mesmo, pastel de couve! Delicioso! Continuamos papeando e discutindo a idéia de se fazer um samba e choro aos domingos na hora do almoço. Infelizmente o evento ainda não aconteceu, por minha causa. Andei viajando e minha vida está uma correria danada, nem tempo para visitar botequins eu tenho mais. Mas faço questão de deixar registrado para os meus poucos, mas fiéis leitores que esse evento vai acontecer.
Voltando ao bar, ainda pude provar outras delícias do Original do Brás como a alcatra suína flambada na cachaça com mandioca noisette, digna de se comer de joelhos. E de quebra, pude provar o prato que o Original do Brás irá concorrer no 1º festival de comida di buteco do Rio de Janeiro, "um rolé pelo subúrbio". Só posso dizer que é maravilhoso!
Outro ponto importante em se destacar, é o valor e o apoio que o Original do Brás dá para a música, principalmente o nosso samba e choro. Além do que, O Original do Brás têm como frequentadores, os compositores e músicos:
Luiz Carlos da Vila, Roberto Serrão, Bira presidente e Ubirany (Fundo de quintal), sem falar do saudoso Camunguelo, que já partiu dessa para melhor.
Como diz o Carlinhos:
"Ser suburbano é ser Original!"
Vida longa ao Original do Brás e seus fundadores Carlos Henrique e Zé Carlos, que fizeram um
doce refúgio para pessoas que como eu, levam à sério esse supremo ofício de rir, beber e conversar.

Um brinde!!!

Pra quem quiser conhecer o Original do Brás, o endereço é:
Rua Guaporé, 680 - Brás de Pina
. tel: (21) 3866-1313

Até!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O Aconchego da Boemia Carioca!


Era uma quinta-feira comum, de muita ralação, mas que certamente no fim do dia, alguma mesa de botequim serviria de repouso para o meu corpo cansado da labuta, os petiscos iriam repôr as minhas energias e as cervejas e as doses de cachaça relaxariam meu corpo e minha mente.
Cheguei em casa, fui tomar um banho e sentei pra ver um pouco de TV. Lá pelas 21:30, meu telefone toca, era o querido amigo Carlos Henrique, dono do bar O Original do Brás. Ele estava no Aconchego Carioca, outro bar fantástico, me chamou pra tomar umas cervejas e colocar o papo em dia. Botei uma roupa e corri pra lá. Quando eu cheguei no Aconchego, tinha chegado mais uma galera: Kadu (Bracarense), Guilherme (Rio botequim), Edu Maia (festival comida di buteco) e o querido amigo e ídolo Moacyr Luz.
Também estavam Mari copinho, Tia Valéria e o Tio Paulinho frequentadores assíduos do Aconchego, assim como eu.
Além, é claro, das Donas do bar: Kátia e Rosa. Foi uma noite maravilhosa, regada a Antarctica Original, Heineken (garrafa de 600ml), algumas doses de Canarinha e Lua Nova (ambas da região de Salinas-MG). Alguns petiscos como o bolinho de feijão, o Jiló frito e o bucho de cordeiro c/ miúdos feito pelo Paulete. Deliciosos! Dignos de se comer de joelhos. Estava reunida a nata da Boemia Carioca. Mas demos uma pequena pausa no Aconchego Carioca e andamos alguns poucos metros, na mesma calçada e paramos no bar do Paulete, irmão da Kátia e marido da Rosa. Outro bar delicioso, com cervejas geladíssimas e petiscos incríveis. Bebemos mais um pouco, papeamos por lá e voltamos para o Aconchego. Encerramos os trabalhos por lá mesmo.
Fui pra casa feliz de ter encontrado pessoas tão queridas,
de barriga cheia e ligeiramente alcoolizado.

Pra quem não conhece, o Aconchego Carioca, fica na
R. Barão de Iguatemi, 388 Pça. da Bandeira

funciona de quarta a sexta de 12h às 0h, sábado e domingo das 12h às 20h. Tel. (21)2273-1035

Até.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Botequim em Destaque: Bar Picote!


Há cerca de duas semanas, eu tive que encontrar com o meu parceiro de composições,
Fábio Siqueira para a gente conversar sobre a produção do nosso CD. Como ele sempre vem para a Tijuca, eu resolvi ir ao seu encontro. Fui para o Flamengo, bairro onde mora a sua namorada. Como dois bons boêmios que somos, decidimos ir para um botequim. Escolhi o Picote por ser um bar tradicional do bairro e por ter muito tempo que eu não tomava uns chopps por lá.
Sentamos, pedimos dois chopps na pressão e começamos a conversar sobre possibilidades, arranjos, músicas, futebol, mulheres....bom, tinham 4 mulheres lindas na mesa ao lado da nossa.
O chopp estava no ponto. Depois de 4 rodadas, resolvemos pedir algo para petiscar. Pedi uma proção de batatas calabresas e outra de lagostinha. Dá água na boca só de lembrar. Com a fome saciada continuamos o papo, mas sem deixar de molhas as palavras, é claro. tomamos mais uns 7 chopps, pedimos a conta e cada um pegou o seu rumo. Gostei muito do Picote, um autêntico botequim carioca.

Para os interessados em conhecer o Bar picote, ele fica na rua Marquês de Abrantes, 128 no Flamengo. bem perto da estação do Metrô.

Até

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Crônica de Marluci Martins...


"O ritual era sempre o mesmo: meu pai chegava um pouco antes do telejornal, tomava banho e minha mãe apressava-se em esquentar a comida. Fazia a mesa com habilidade e rapidez, e, por último, escolhia no refrigerador a cerveja mais gelada. Botava a Caracu na mesa, e, como quem estivesse cronometrando tudo aquilo, meu pai chegava à sala no exato instante em que minha mãe encerrava seu serviço, puxando a cadeira para que ele se sentasse.

Foi assim que fui me familiarizando com aquela bebida escura. Levei anos, sim, para descobrir que era um touro e, não, uma vaquinha, o animal que estampava aquele rótulo vermelho. Um dia, meu pai me interrompeu no exato momento em que eu, totalmente à toa e sem interesse no telejornal feito para adultos, tentava descascar com as unhas roídas a simpática vaquinha.

"Quer provar?"

Se não fazia mal ao meu pai, não haveria de ser ruim para mim. Experimentei com medo e, para não decepcioná-lo, disse que tinha adorado aquele gosto amargo. No dia seguinte, na falta da cerveja da vaquinha na geladeira, minha mãe levou para a mesa uma garrafa maior, com um líqüido quase dourado. Encantei-me pelos pingüins que ilustravam aquele rótulo e quis deixar meu pai orgulhoso:

"Posso provar?"

De gole em gole, fui crescendo, assim como crescia a quantidade de cerveja que meu pai, cuidadoso, permitia que eu experimentasse. Custei a convencê-lo de que já era hora de ter meu próprio copo, em vez de ficar vivendo de esmolas. Quando, já moça, consegui dobrá-lo, deixei que a espuma grudasse nos meus lábios só para depois varrê-la para dentro da boca com a língua. Bebi tudo. E guardei comigo um segredo que somente hoje, sei lá quantos anos depois, revelo ao mundo: fiquei tonta e deitei no sofá.

Meu pai se aposentou, mas ainda bebe sua cerveja. De vez em quando, comigo, num almoço de domingo com a família, hoje bem maior.

Mas sou também de beber sozinha. Caipirinha, cerveja e chope são a minha companhia, assim como os garçons com quem fiz amizade por esses bares da vida. Adoram falar de futebol. E, sendo assim, o que há de melhor no mundo do que resenha de bola com aquele santo homem que mata a sede da gente? Resposta: o melhor é fazer isso tudo com alguma pressão no chope. Amém."

Marluci Martins é repórter de Esportes do Jornal O Dia desde 1988. Faz parte também do time de comentaristas do programa Redação Sportv. Nas horas vagas, dedica o tempo que lhe resta ao sagrado chope gelado e seu blog, Futebol&Afins (pra conferir, é só clicar no link).

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ah se todas as segundas-feiras fossem assim...


Pois é, parecia mais uma segunda-feira daquelas. Sem graça, sem samba do trabalhador, só de trabalho. Pra quem não sabe, dou aulas de violão e guitarra. E nessa última segunda, dia 12, fui dar aula para um aluno em Santa Teresa. Esse bairro maravilhoso, boêmio e que respira arte. Muito bem, cheguei na casa do aluno, dei a aula. Quando saí, me toquei que tinha a comemoração do aniversário de uma grande amiga minha, a Paty, e ela ia comemorar em um bar na lapa, só que mais tarde. Eu saí da casa do aluno por volta das 16h; Como a Paty marcou ás 18h, eu preferi ficar pelas redondezas mesmo mesmo e ir direto para lá. Não estava afim de ir pra casa e depois ter que voltar para a lapa. Daí começa o meu passeio etílico em plena segunda-feira. Pronto, qual foi a minha primeira parada? Bar do Gomes, é claro! Peguei uma mesa e tratei de pedir uma Antarctica Original bem gelada e uma dose da minha cachaça predileta,Lua Nova (Salinas-MG).Pedi também uma porção de tremoços para acompanhar. Bebi mais duas Originais e mais uma dose cachaça, só que essa foi uma Seleta, também da região de Salinas, em Minas. Tudo estava perfeito, o clima era agradável, o bar estava vazio e eu estava com o meu mp3 carregado de grandes compositores e seus grandes sambas: Paulo César Pinheiro, Luís Carlos da Vila, Moacyr Luz, Wilson Batista, Noel Rosa e muitos outros...Já eram quase cinco da tarde quando eu paguei a conta e comecei a descer Santa teresa a pé mesmo. Queria passear, contemplar aquele fim de tarde que só essa cidade pode nos proporcionar, e embalado por grandes sambistas que citei a pouco, ficaria mais bela ainda.
Cheguei na lapa e ainda tinha tempo para matar a saudade de outro grande Botequim, O Capela!
Eu era o único cliente, cumprimentei o Cícero, esse grande garçom e tratei de pedir aquele chopp Brahma que só o Capela sabe servir; Três dedos de colarinho! Com o chopp eu também pedi dois bolinhos de bacalhau. Tomei mais dois chopps e pedi a conta, já era hora de ir para o aniversário da Paty, que ia rolar em outro bar, a cachaçaria Mangue seco! E como diz o querido Carlos Henrique do bar Original do Brás:"Ai Papai!!!" rs. Foi ótimo, encontrei amigos e amigas, papeamos, nos divertimos e bebemos muito bem, rs. Só sei que quando eu cheguei em casa, não era mais segunda-feira.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Maracanasso rubro-negro...


Um silêncio pavoroso assolou a nação rubro-negra na noite da última quarta-feira (07/05/08). Também conhecido como "Maracanasso", esse silêncio somente vivido na final da copa do mundo de 1950, quando a seleção brasileira perdeu o título para a seleção uruguaia. A equipe do América do México conseguiu calar 50.000 vozes que tinham a certeza de que o Flamengo iria dar continuidade na competição. Mas as oitavas de final da copa Libertadores da América se tornaram um grande suplício para o Flamengo. Na verdade,perdemos para nós mesmos, para a nossa soberba. Entramos de salto-alto, todos nós; Jogadores, comissão técnica e a torcida. Subestimamos a competência do América do México, ficamos nessa de festinha de despedida do Joel, um clima de oba-oba danado. No entanto, após tomar dois gols no primeiro tempo, o time entrou em um estado de nervos que não possibilitou a criação de boas jogadas para que pelo menos conseguisse diminuir a vantagem. Deixamos escapar das nossas mãos, a chance de tentar mais um título na competição mais importante do ano. Ficamos estufando o peito pra dizer que somos trinta vezes campeões estaduais; Grande merda! E deixamos a libertadores em segundo plano. Mas justiça seja feita, pelo menos o time lutou até o fim. Não fico triste pelo Joel, fico triste por nós, a torcida, que desenbolsa R$40,00 por jogo, e pelos jogadores, que devem ser perdoados, a maioria demonstrou raça, mas nervosos e abatidos pelo terceiro gol, não conseguiam criar. E eles devem ser cobrados para que lutem nessa longa e difícil competição que é o Brasileirão, e consigam a vaga para a próxima libertadores. Mas isso aqui é Flamengo, a maior torcida do mundo, mais que isso, uma nação!
Como disse Nelson Rodrigues:
"Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo

não precisará de jogadores, nem de técnicos,
nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco.
E, diante do furor impotente do adversário,
a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

terça-feira, 6 de maio de 2008

Cristina Buarque e Terreiro Grande ( Ao Vivo)


Bom, na minha opinião, o melhor disco do ano! Primeiro pelo repertório, e também pelo clima de roda de samba das antigas, aquelas de fundo de quintal. E desse belo e talentoso grupo
paulistano. O Terreiro Grande tem o balanço, a cadência e a formação de uma genuína roda de bamba: o básico pandeiro, surdo, tamborim, cavaquinho e violão de seis e sete cordas, mas também inclui alguns instrumentos de percussão praticamente extintos nas rodas de samba como a caixa de fósforo e
o prato e faca (esse, deveria ser obrigatório).
O repertório então? dispensa comentários. Conseguiram reunir os grandes nomes do gênero c/ sambas não muito conhecidos, mas de uma qualidade e beleza a altura de seus compositores, Que são: Paulo da Portela, Alvaiade, Silas de Oliveira, Heitor dos Prazeres, Zé da Zilda, Noel Rosa de Oliveira (esse é outro Noel, o do Salgueiro), Bubú da Portela, Candeia, Aniceto da Portela, Cartola, Bide e Marçal, Picolino e muitos outros...
Outro grande lance do disco é a divisão em blocos, e não em faixas, o que aumenta a sensação de estarmos no meio de uma roda de samba. Realmente é uma grande pedida. Digno de se colocar muitas cervejas para gelar, preparar um bom tira-gosto e cair no samba. Maravilhoso!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sempre Flamengo!


Opa!
Devido a correria em que anda a minha vida, não escrevo há um mês. Vou retornar durante essa semana falando das minhas últimas andanças, relembrando alguns casos e dando dicas de rodas de samba, discos e botequins, é claro!

Ahhh, e Saudações Rubro-negras!!!
Mais uma vez colocamos os botafoguenses pra chorar!!!
Dá-lhe Mengoooooo!!!

abraços,
Daniel Samam